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Quarta-feira, 3 de Março de 2004

Olhar Triste . . .

dv811008.jpg
Olhei nos teus olhos na magia da noite, por entre o esplendor do sol, na noite gélica de inverno. Olhos sofridos e infelizes nas tristezas passadas e em nada esquecidas. Tristezas que não vivi nem senti mas que encontro todos os dias. Olhar terno de magoa, de tristeza e desilusão de vida. Olhar que nao me canso de olhar. Olhar que procuro em busca de sentimento de Paz, de confroto, de carinho......de algo mais que desconheço e não quero descobrir. Um olhar que de APENAs nada tem. Olhar carente e carinhoso..................sofrido e agressor....... meigo e cruel.......

publicado por Mulher Especial às 12:44

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6 comentários:
De luar_triste a 5 de Março de 2004 às 05:24
pateticopoetapalhaco: não cosnigo saber o teu e-mail escreve-me tu eu também ainda não sei fazer os links mas estou na descoberta.Beijos


De pateticopoetapalhaco a 4 de Março de 2004 às 14:20
continuo a ler-te sim // aqui e no outro blog // mas prefiro este // e - já o escrevi - sobre o que escreveste acerca do perdão... penso nisso desde ontem (curioso!) // e sobre isso escreverei no meu blog // (?) quero fazer um link do meu blog para este teu - mas já procurei e não sei como o fazer - podes enviar uma explicação para o meu e-mail ? // agradecido, Fica bem...


De Luar_triste a 3 de Março de 2004 às 19:15
pateticopoetapalhaco: claro que não esta certo a dor mas onde é o limite? talvez quando os meus actos forem olhados como loucura por não aguentar mais tamanha dor? Já te li. Continua a ler-me


De pateticopoetapalhaco a 3 de Março de 2004 às 19:05
perdão não tem limites Luar Triste // mas não está certo inflingir-se tanta dor // mata o amor inflingir tanta dor, um dia // nenhuma razão é razão // lê-me, peço-te


De Luar_Triste a 3 de Março de 2004 às 19:03
Mary: ADOREI o teu texto conseguiste descrever momentos que eu própria já vivi mas no meu caso o Amor não venceu. Morrer e renascer por ums esperança minima para passos mais a frente voltar a morrer não é vida e por isso abri mão do que sinto, do que sentia e deixei partir quem gostava...parti para longe de quem gostava. Aprendi que ao abrir mão do que sentia conseguia salvar-me. Um Beijo quero te ver mais por aqui


De Marly a 3 de Março de 2004 às 18:57
O teu blog ta mt linduh =))


Aki deixo o texto k escrevi num dos piores momentos da minha vida ....
Amor vs. odio

Tenho um punhal negro, a atravessar o meu morto coração… uma dor arrepiante, reflectindo a minha morte… Choro lágrimas negras, entrelaçadas a sangue, mortas de tanta dor. Vivo na morte mais horrível, sofrida e negra que alguém pode ter. tu só me magoas, tu só me matas! Esta maldita dor que mora no meu morto coração esta a destruir os meus melhores sentimentos. Eu vivo morrendo… a minha vida é a morte! E porque? Porque tu dás-me esperanças do teu amor por mim, mas depois destróis-me ate a morte, dizendo que não me queres… e … eu volto a morrer… por ti!

Nunca me hei-de livrar do teu olhar, do teu amor, da tua amizade… por isso te peço: nunca mais me voltes a matar! Sempre que me matas, eu sinto-me como algo a afundar em sangue, a ser enterrada, sinto os teus pés a esmagarem-me bruscamente, sinto-te a cuspir para cima de mim, mas ao mesmo tempo a dares-me um forte e carinhoso abraço… e continuas a dares-me falsas esperanças.

Durante esse tempo, o punhal que me atravessa o coração, sai, e, eu volto a sorrir… Volto a viver. Mas… mais dia, menos dia, voltas a matar-me. Destróis-me órgão a órgão, membro a membro, fazendo com que eu chore, grite, sangre, morra. Queimas-me e eu volto a arder de ódio por ti!

Mas isto há-de ter um fim…

Hei-de me desfazer em negras cinzas, de morrer definitivamente, e de me enterrar, afundar-me eternamente. Mas… eu voltarei… não em forma corporal, mas sim espiritual, e a teu lado ficarei. Porque na guerra entre o ódio e o amor que sinto por ti, o amor vence e o ódio perde
Amor vs. odio

Tenho um punhal negro, a atravessar o meu morto coração… uma dor arrepiante, reflectindo a minha morte… Choro lágrimas negras, entrelaçadas a sangue, mortas de tanta dor. Vivo na morte mais horrível, sofrida e negra que alguém pode ter. tu só me magoas, tu só me matas! Esta maldita dor que mora no meu morto coração esta a destruir os meus melhores sentimentos. Eu vivo morrendo… a minha vida é a morte! E porque? Porque tu dás-me esperanças do teu amor por mim, mas depois destróis-me ate a morte, dizendo que não me queres… e … eu volto a morrer… por ti!

Nunca me hei-de livrar do teu olhar, do teu amor, da tua amizade… por isso te peço: nunca mais me voltes a matar! Sempre que me matas, eu sinto-me como algo a afundar em sangue, a ser enterrada, sinto os teus pés a esmagarem-me bruscamente, sinto-te a cuspir para cima de mim, mas ao mesmo tempo a dares-me um forte e carinhoso abraço… e continuas a dares-me falsas esperanças.

Durante esse tempo, o punhal que me atravessa o coração, sai, e, eu volto a sorrir… Volto a viver. Mas… mais dia, menos dia, voltas a matar-me. Destróis-me órgão a órgão, membro a membro, fazendo com que eu chore, grite, sangre, morra. Queimas-me e eu volto a arder de ódio por ti!

Mas isto há-de ter um fim…

Hei-de me desfazer em negras cinzas, de morrer definitivamente, e de me enterrar, afundar-me eternamente. Mas… eu voltarei… não em forma corporal, mas sim espiritual, e a teu lado ficarei. Porque na guerra entre o ódio e o amor que sinto por ti, o amor vence e o ódio perde..



ESpero k gostes.




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